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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Ministério da Saúde trata como 'suspeito' caso de febre amarela no RN.


O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (29) que classifica o caso da morte de uma auxiliar de enfermagem de Natal por febre amarela urbana como “suspeito” até a conclusão das investigações. Por meio de nota, a pasta comunicou que, nos últimos seis meses, não houve ocorrência de novos registros da doença na capital do Rio Grande do Norte.

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal confirmou nesta terça-feira a morte, em julho, de uma auxiliar de enfermagem, de 53 anos, por febre amarela urbana. Os exames que comprovaram a morte por febre amarela foram realizados pelo Instituto Evandro Chagas, no Pará, e confirmados pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.
A febre amarela urbana é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e, de acordo com o Ministério da Saúde, está erradicada desde 1942 no país.
O Ministério da Saúde informou, no fim da tarde desta terça, que foi notificado pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Norte sobre o caso. A pasta disse que foi informada sobre os resultados dos exames no dia 22 de dezembro. Contudo, de acordo com a nota, "ainda é necessário complementar a investigação".
As secretarias estadual e municipal informaram que vão iniciar uma investigação conjunta sobre a situação. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Natal, o caso, que ainda está sendo tratado como uma suspeita, necessita de uma investigação mais aprofundada afim de explicar como a paciente entrou em contato com a doença.
O irmão da enfermeira Rita de Cassia da Silva Santos relatou que a família desconfiou que ela tivesse dengue ou um caso de chikungunya. A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos.
De acordo com o Ministério da Saúde, existem dois ciclos de transmissão do vírus da febre amarela: urbano e silvestre. No primeiro tipo de ciclo, o homem é o principal hospedeiro do vírus, sendo o principal vetor o mosquito Aedes aegypti. Os últimos casos de transmissão urbana aconteceram em 1942, no Acre.
No ciclo de transmissão silvestre, o macaco é o principal hospedeiro do vírus e os transmissores são espécies silvestres de mosquitos, principalmente dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Os casos silvestres são mais comuns que os urbanos.

 

 

 

Fonte: G1


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