Loja Fina Flor

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terça-feira, 29 de março de 2016

Proposta do prefeito Alcimar Germano não agrada a categoria dos professores do município de Tangará.


NOTA 

A TABELA apresentada pela equipe do prefeito, apresenta um sério agravo/afronta as conquistas obtidas, diga-se de passagem, com muito esforço e luta desta nobre categoria, principalmente, a partir do PCCR vigente, no qual consta vantagens que nunca antes tivemos em outras gestões. Por essa razão, a Coordenação do Núcleo Sindical entende que, em face do exposto, fica estabelecido uma condição em que o gestor dá dois passos atrás no processo de negociação, enquanto a categoria, por entendimentos firmados entre todos os que fizeram, desde o início, parte na tomada de decisão coletiva, aceitou negociar em prol de que se possibilite as condições para que o gestor garanta o pagamento em dia de todos que estão na pasta da educação, mesmo sugerindo e acatando que se pague o PISO em duas vezes, com o índice de 7,36% em março, 4% em julho e o retroativo correspondente a janeiro e fevereiro de 2016, dividido em 5 parcelas a serem pagas entre agosto e dezembro de 2016. Assim, pela proposta apresentada nesta TABELA (abaixo), fica estabelecido a seguinte condição para que se corrija o PISO NACIONAL da categoria:
1º - O professor em início de carreira teria os 11,36%, aqueles que estão no meio da carreira, ou seja, com 15 ou 20 anos de trabalho, teriam cerca de 5 a 6% e aqueles que estão no fim da carreira, ou seja, 25 ou mais anos de trabalho efetivo na educação do município, não teriam seus vencimentos corrigidos, ou seja, 0% de correção em 2016. Em face do exposto, este sindicato jamais pode se pautar por caminhos dessa natureza em que, ao defender um direito coletivo de todos, afeta determinada parcela dos profissionais em que não terão nenhum ganho no que concerne ao PISO NACIONAL de 11,36%. Como colocado numa publicação da própria prefeitura, o gestor não delineia essa condição, deixando transparecer que a categoria está recusando os 11,36%, quando não explica como seria aplicado esse percentual.
Assim, para dirimir quaisquer dúvidas, sugiro nos procurar para entendermos melhor cada caso, no sentido de melhorarmos o debate e contribuirmos com a valorização profissional de todos e não de parte da categoria.
Peço a todos e a todas, profissionais de educação básica pública, pais/mães, alunos(as), vereadores(as) e sociedade em geral que preza pela qualidade da nossa educação, o empenho nessa luta, por que apenas com nossa mobilização, unida, organizada e disposta em todos os momentos, poderemos traçar caminhos mais viáveis e dignos para o professor(a), tendo em vista a sua condição de agente público e social de efetiva capacidade de entendimento e mobilização. Chamo a atenção de você amigo que ainda não aderiu ao movimento grevista, esta é a hora, que venham todos e que possamos refazer os passos de uma pátria educadora, possibilitando uma melhor condição de trabalho no chão das salas de aulas, fazendo valer aquilo que é nosso de direito e dever, como garante a nossa Carta Magna, do Estado.


A Coordenação do Sinte Tangará

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