Loja Fina Flor

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terça-feira, 19 de julho de 2016

Comitê Olímpico reafirma que meta para os Jogos é difícil, mas factível.


O gerente de Performance Esportiva do  COB, Jorge Bichara, fala sobre o Centro  de Capacitação  Física do Exército, que será usado pelos brasileiros na Rio 2016. Ao lado, os gerentes de juventude e infraestrutura, Edgar Hubner, de Autodesenvolvimento,  Adriana Behar, e o diretor de esportes, Marcus Vinicius Freire  Tomaz Silva/Agência Brasil

A meta do Comitê Olímpico do Brasil (COB) de conseguir ficar entre os 10 países com mais medalhas na Rio 2016 é difícil, mas factível, afirmou hoje (19) o diretor de Esportes da entidade, Marcus Vinicius Freire.    
Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, ele disse que Ucrânia, Itália, Coréia do Sul, Hungria, Canadá, Holanda, Espanha, Cuba e Azerbaijão devem disputar com o Brasil a nona e a décima posição no quadro geral da Olimpíada. "A gente segue acreditando que é uma meta difícil. Não é fácil, mas é factível." Segundo Freire, o país chega às vésperas da competição com resultados dentro do que foi planejado.


"Iniciamos essa conversa em 2009 e sempre dissemos que [a meta] era um documento vivo, que tinha a possibilidade de ser alterado. Estamos exatamente dentro da mesma possibilidade que tínhamos quando iniciamos o planejamento. Nossa meta é ser top 10 e continua sendo", afirmou o diretor de Esportes do COB. Ele destacou que o objetivo se refere ao total de medalhas, e não apenas às medalhas de ouro.


Ex-jogador de vôlei, Freire ressaltou que a avaliação positiva que faz da preparação brasileira não depende do cumprimento dessa meta. "O trabalho feito e a evolução do esporte brasileiro independem do resultado que vamos concluir no dia 21 de agosto. Dormimos tranquilos, nós, das confederações, e os atletas, sabendo que foi a melhor preparação da nossa história", disse ele. "Não chamaria jamais de decepção" a possibilidade de ficar abaixo da décima posição. "Se não acontecer e ficar em 11º ou 12º, faz parte do esporte. É assim que funciona. Têm mais 206 países lutando pelas mesmas medalhas", acrescentou.




Fonte: Agência Brasil

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