Loja Fina Flor

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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Na segunda, haverá paralisação no prédio da Sesap, contra a atual secretária de Saúde

Servidores da saúde suspendem greve por 13 dias e aguardarão proposta do governo.


Sindsaúde irá promover atos e reuniões nos hospitais, denunciando a falta de condições de trabalho e de segurança


Após 24 dias, os servidores da saúde estadual decidiram em assembleia suspender a greve por um prazo determinado, proposta que surgiu em audiência de conciliação no Tribunal de Justiça. A greve será suspensa até o dia 27 de julho, quando haverá nova reunião com o desembargador Glauber Rêgo, na qual a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) deverá apresentar uma resposta atendendo a três dos pontos da pauta de reivindicações. O desembargador recusou o pedido de ilegalidade da greve e impediu qualquer tipo de desconto pelos dias parados.
Os servidores retornam ao trabalho na próxima troca de plantão (às 19h, nos hospitais, e às 07h, no SAMU). A greve atingia todos os hospitais da Região Metropolitana, o SAMU, e unidades em Mossoró e Caicó, mantendo o atendimento de urgência e emergência.
O Sindsaúde defendeu a suspensão da greve para evitar cortes nos salários. “Infelizmente, a Sesap, em vez de negociar, escolheu pedir a ilegalidade, como se fosse proibido fazer greve. Agora, esperamos que traga uma proposta séria, que realmente melhore a situação do servidor que está há seis anos com o salário congelado”, cobra Manoel Egídio Jr., coordenador-geral do Sindsaúde-RN, que também cobra uma audiência com o governador.
A Secretaria se comprometeu a enviar resposta sobre a realização do concurso público, as progressões atrasadas e a gratificação de produtividade, cujo valor vem sendo reduzido para os servidores dos hospitais, a exceção dos médicos. O Sindsaúde também exige a mudança na portaria que institui pontuação máxima para as funções de secretário, diretor e coordenador.



Protesto contra a atual secretária



Até a audiência no Tribunal de Justiça, o Sindsaúde irá promover atos e reuniões nos hospitais, denunciando a falta de condições de trabalho e de segurança. Nesta segunda-feira (18), ocorrerá o primeiro ato, na Sesap, contra a transferência injustificada de servidores que fizeram parte da antiga gestão, pela reforma do prédio e ingerência política no órgão. O protesto tem o apoio de integrantes do Conselho Estadual de Saúde e pode pedir a saída da atual secretária de Saúde, Dra. Eulália de Albuquerque, e da subsecretária, Denise Maria Aragão.





Fonte: Agora RN

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