Loja Fina Flor

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sábado, 15 de outubro de 2016

Acordo sobre eliminação progressiva de gases é adotado em Ruanda.




Após uma noite de negociações, quase 200 países assinaram neste sábado (15), em Kigali, capital de Ruanda, um acordo que visa à eliminação progressiva dos hidrofluorocarbonos (HFC), um dos gases do efeito estufa considerados muito nocivos para o clima.


"No ano passado, em Paris [durante a COP21], prometemos proteger o mundo dos piores efeitos da mudança climática. Hoje honramos esta promessa", afirmou o diretor do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Erik Solheim, citado em um comunicado, segundo a France Presse.


Juridicamente vinculante, o acordo de Kigali supõe um passo importante na luta contra o aquecimento climático e permite dar um sinal positivo a menos de um mês da próxima grande conferência anual sobre o clima, a COP 22, em Marrakesh (Marrocos).
Alcançado depois de uma noite inteira de negociações, o acordo, que introduz uma emenda ao Protocolo de Montreal sobre a proteção da camada de ozônio, foi amplamente celebrado, apesar de alguns lamentarem que países como a Índia ou os do Golfo tenham decidido iniciar sua transição mais tarde que outros.


"Não era totalmente o que desejávamos, mas continua sendo um bom acordo", declarou o representante das Ilhas Marshall, Mattlan Zackhras. "Todos sabemos que temos que fazer mais e faremos mais".


A eliminação dos HFC, usados em geladeiras, frigoríficos e aparelhos de ar condicionado, é um tema espinhoso para a Índia, e foram requisitadas várias reuniões bilaterais na sexta, inclusive com a participação do secretário de Estado americano, John Kerry, para desbloquear as conversações.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, celebrou o novo acordo "ambicioso", segundo a agência Efe. “Durante muitos anos, os EUA trabalharam sem descanso para encontrar uma solução global que permitisse eliminar gradualmente a produção e o consumo de hidrofluorocarbonetos. Hoje, em Kigali, quase 200 países adotaram uma solução ambiciosa e de grande alcance para esta crise iminente”, afirmou Obama.





Fonte: G1

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