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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Em nota, Temer nega que solicitou pagamentos por silêncio de Cunha.

De acordo com o texto, o presidente "não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar".

O presidente Michel Temer divulgou no início da noite desta quarta-feira uma nota negando a denúncia de que teria sido gravado pelo dono da JBS Joesley Batista aprovando a compra de "mesada" para o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.
De acordo com o texto, o presidente "não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar".
A nota confirma, no entanto, que houve um encontro entre o presidente e o empresário Joesley Batista no começo de março, no Palácio do Jaburu. Mas, de acordo com o texto, não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República.
Os dados comprometedores já teriam sido apresentados ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator da Lava Jato na alta Corte, a quem cabe homologar o conteúdo da delação.
A reação no Congresso Nacional foi imediata. Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício de Oliveira, encerraram as sessões imediatamente e os líderes estão reunidos. No Senado, opositores propuseram a abertura "imediatamente" de um pedido de impeachment de Michel Temer. O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) foi mais rápido e já protocolou um pedido de impedimento.


Confira a nota na íntegra


O presidente Michel Temer jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. Não participou e nem autorizou qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça pelo ex-parlamentar.
O encontro com o empresário Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nada que comprometesse a conduta do presidente da República.
O presidente defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados.



Fonte:  Jovem Pan

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