Loja Fina Flor

Loja Fina Flor

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Muitos queriam fim do governo Dilma e não da corrupção, diz procurador.


Procurador da lava jato criticou afirmação de 
peemedebista que determina prazo para a 
operação(foto: rodolfo buhrer/estadão conteúdo)
O procurador regional da República, Carlos Fernando dos Santos Lima, que atua na força-tarefa da Lava Jato, reagiu à entrevista do vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), ao jornal O Estado de São Paulo, na qual o parlamentar defendeu um “prazo de validade” para a operação.
Em mensagem publicada no Facebook nesta segunda-feira, 24, Santos Lima afirma que ‘o próximo passo do PMDB’ parece ser acabar com a investigação. No entanto, o procurador garantiu que ‘as investigações vão continuar por todo o País’.
Santos Lima afirmou ainda que muitos queriam fim do governo Dilma e não da corrupção.

“Acabar com a Lava Jato. Esse parece ser o próximo passo do PMDB. Infelizmente muitas pessoas que apoiavam a investigação só queriam o fim do governo Dilma e não o fim da corrupção. Agora que Temer conseguiu com liberação de verbas, cargos e perdão de dívidas ganhar apoio do Congresso, o seu partido deseja acabar com as investigações. Mas, mesmo com todas as articulações do governo e de seus aliados, as investigações vão continuar por todo País”, escreveu.


Na entrevista ao Estadão, Fabio Ramalho afirmou que ‘o Brasil não vai aguentar isso para o resto da vida’, ‘ela (Lava Jato) não pode ser indeterminada. Ela já fez o seu trabalho”.

“Defendo a Lava Jato, mas tem de ter prazo de término. O Brasil não vai aguentar isso o resto da vida. Além da corrupção, tem de se avançar na desburocratização do País, na segurança jurídica do País, nas reformas.”

Questionado sobre qual seria o prazo para a Lava Jato terminar, o deputado declarou: “Determina um tempo: seis meses.”



Fonte: Diário do Poder
UFRN seleciona para mestrado e doutorado em Educação.



A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGED) e do Centro de Educação (CE), inscreve, de 31 de julho a 14 de agosto, interessados em participar de um processo de seleção para os níveis de mestrado e doutorado em Educação com ingresso em 2018.1.
A seleção objetiva identificar os candidatos que melhor correspondam à proposta acadêmica do programa e à oferta de vagas das suas linhas de pesquisa. A seleção consiste em algumas etapas eliminatórias, como prova escrita, análise de projeto de dissertação para mestrado ou tese para doutorado e avaliação do Currículo Lattes.
O programa oferta 94 vagas, sendo 55 para o mestrado e 39 para o doutorado. Dessas vagas, 10% são para servidores permanentes da UFRN, distribuídos da seguinte forma: cinco vagas para o mestrado e quatro vagas para o doutorado. Os candidatos da demanda interna devem atender aos requisitos mínimos propostos pelo PPGED para a candidatura e aprovação no processo seletivo.
As inscrições são feitas exclusivamente por meio do site do Núcleo Permanente de Concursos (Comperve). Mais informações sobre o processo seletivo podem ser obtidas no edital, disponível aqui.




Fonte: Portal UFRN
Governo apresenta programação do Agosto Lilás.



O Governo do Estado, através da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, apresenta nesta terça-feira (25) o “Agosto Lilás” durante evento para imprensa e convidados. Criado pela Lei Ordinária nº10.066, de maio de 2016,  que instituiu no calendário oficial do Rio Grande do Norte este como sendo o mês de proteção a mulher, a SPM, em parceria com diversas entidades, órgãos e instituições públicas e privadas promove eventos e ações durante 30 dias para conscientizar a população sobre os tipos de violência doméstica, os direitos das mulheres e sobretudo divulgar que “violência contra a mulher não tem desculpa, tem conseqüências”.

O evento na qual será apresentada toda a programação do “Agosto Lilás” ocorre na sede da Secretaria das Mulheres, localizada na Avenida Hermes da Fonseca, 1009, a partir das 10h.




Fonte: ASSECOM/RN
Programa de saques de contas inativas do FGTS entra na última semana.



Da Agência Brasil




O prazo para a retirada dos valores das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) termina na próxima segunda-feira (31). Até agora, já foram pagos mais de R$ 42,8 bilhões, para 25,3 milhões de trabalhadores.
Segundo a Caixa Econômica Federal o montante pago até o dia 19 de julho equivale a 98,33% do total inicialmente disponível para saque (R$ 43,6 bilhões). O número de trabalhadores que sacaram os recursos das contas do FGTS representa 83,73% das 30,2 milhões de pessoas inicialmente beneficiadas pela medida.
Agora, o saque está liberado para todos os trabalhadores que têm direito ao benefício, não importa a data de nascimento. Pode fazer o saque quem teve contrato de trabalho encerrado sem justa causa até 31 de dezembro de 2015.
Os trabalhadores podem consultar o saldo a receber na página da Caixa. Outra opção é o Serviço de Atendimento ao Cliente pelo 0800 726 2017.


Inscrições para o Fies começam nesta terça-feira.



A lista de instituições e os cursos ofertados por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) já pode ser consultada na página eletrônica do Fies Seleção. As inscrições para o segundo semestre de 2017 começam nesta terça-feira (25) e vão até sexta-feira (28) .
No total, 75 mil novas vagas serão oferecidas aos estudantes que procuram financiamento para cursar o ensino superior em instituições de ensino privadas. A relação dos candidatos pré-selecionados será divulgada no dia 31, quando também será aberta a lista de espera.
Apesar das mudanças anunciadas no início do mês no Fies para 2018, neste semestre continuam valendo as regras atuais. Poderão se inscrever os estudantes que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com média das notas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero. O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.
Os estudantes pré-selecionados deverão concluir a inscrição pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies), entre 1º de agosto e 8 de setembro.
A partir de 2018, o Novo Fundo de Financiamento Estudantil será dividido em três modalidades. No total, o programa vai garantir 310 mil vagas, sendo que 100 mil serão ofertadas para estudantes com renda familiar per capita de até três salários mínimos a juro zero, incidindo a correção monetária.






Fonte: Agência Brasil


sábado, 22 de julho de 2017

Governo não descarta novo aumento de impostos para cumprir meta fiscal.



Após elevar alíquotas de PIS/Cofins sobre combustíveis para cobrir o rombo no Orçamento, o governo avalia que uma nova alta de tributos está afastada "neste momento", mas o próprio presidente Michel Temer diz que a equipe econômica ficará atenta a eventual necessidade. 
Os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, não descartaram novas altas de tributos daqui para a frente para que o governo cumpra a meta fiscal de déficit de R$ 139 bilhões, mas afirmaram que "neste momento" o aumento do PIS/Cofins sobre gasolina, diesel e etanol é suficiente. 
Antes de bater o martelo sobre o aumento feito ontem por decreto, outras opções que estavam em discussão pelo governo envolviam IOF sobre câmbio ou operação de crédito e a Cide sobre combustíveis. 
Na Argentina, o presidente Michel Temer buscou tranquilizar em relação à adoção de mais medidas impopulares. Ele afirmou não haver previsão agora de mais aumento de tributos, mas ressaltou que a situação segue sendo monitorada. "Estamos atentos, a equipe econômica está atenta a isso apenas para esse aumento. Não sei se haverá necessidade ou não, mas naturalmente haverá diálogo e observações sobre isso".
A consultoria Parallaxis estima que o Planalto vai ter que arrumar mais R$ 10 bilhões este ano para fechar as contas. Para isso, o governo pode ter que fazer uma terceira rodada de contingenciamento, além de elevar mais impostos. Entre as opções cogitadas pelos economistas está a Cide e o IOF. 
Em meio ao desafio para fechar as contas e sob o risco de novas frustrações de receitas, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, esquivou-se das perguntas sobre uma possível mudança da meta de não ultrapassar os R$ 139 bilhões de déficit neste ano. "Não me cabe conjecturar hipóteses para o futuro", disse Oliveira.
O Palácio do Planalto sabe que uma mudança na meta a essa altura provocaria forte reação do mercado financeiro e suscitaria questionamentos sobre a condução da política econômica. Mas economistas continuam prevendo déficits entre R$ 145 bilhões e R$ 155 bilhões para este ano, mesmo com as novas medidas e o corte adicional de R$ 5,9 bilhões anunciado anteontem.
Todo esse esforço do governo brasileiro mostra determinação em cumprir a meta fiscal este ano, mas o mercado gostaria de ver maior esforço para cortar gastos, avalia o economista-chefe do Goldman Sachs para a América Latina, Alberto Ramos. "O Brasil gasta uma enormidade e gasta muito mal", disse ele. "A eficiência do gasto é muito baixa e o custo para a sociedade de financiar essa despesa é muito alto."





Fonte: Agência Estado e Correio Braziliense
Delação de Marcos Valério cita Lula, Aécio, FHC e José Serra.


Marcos Valério. Antonio Cruz/ABr
Condenado a 36 anos de prisão no caso do “mensalão do PT", o publicitário Marcos Valério assinou nesta semana um acordo de delação premiada. De acordo com informações publicadas neste sábado (22) pelo jornal Folha de S.Paulo, Valério conseguiu o acordo ao fazer declarações envolvendo os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso.
A publicação afirma que o publicitário também citou os senadores do PSDB Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) em sua delação.
Ainda segundo o jornal, o acordo firmado entre Valério e a PF (Polícia Federal) tem 60 relatos de episódios de supostas irregularidades que foram inicialmente rejeitados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e pelo MP-MG (Ministério Público de Minas Gerais).
Para que a delação do publicitário seja efetivada, o acordo firmado entre ele e a PF ainda precisa ser homologado no STF (Supremo Tribunal Federal), onde está em análise.




Fonte: R7